O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Alisson Alencar foi um dos destaques da programação desta quarta-feira (25) do II Encontro Mato-grossense de Municípios, realizado no Centro de Eventos do Pantanal, ao participar como debatedor e palestrante no primeiro painel do evento, que abordou o uso ético da Inteligência Artificial na gestão pública.
O painel foi presidido pelo secretário-executivo de Tecnologia da Informação do TCE-MT, Reginaldo Hugo Szezupior dos Santos, e contou também com a participação dos debatedores, o auditor do TCE-MT Bruno Alberto Zys e o secretário-adjunto de Planejamento e Governo Digital da SEPLAG-MT, Sandro Luis Brandão Campos.
Na ocaisão, o conselheiro ressaltou que a transformação digital já é uma realidade irreversível nas instituições públicas, mas alertou que sua implementação exige responsabilidade, preparo e compromisso com a sociedade.
Segundo Alisson Alencar, a utilização de tecnologias como a Inteligência Artificial deve estar sempre alinhada a princípios fundamentais, como o respeito aos direitos humanos, a proteção de dados pessoais e a transparência dos atos administrativos.
“Não se trata apenas de modernizar processos, mas de garantir que essa evolução tecnológica aconteça de forma ética, segura e com foco no cidadão”, destacou.
O conselheiro também enfatizou a importância da capacitação dos servidores públicos, apontando que o uso eficiente das ferramentas digitais depende diretamente do preparo das equipes que atuam na administração pública. Para ele, inovação e responsabilidade precisam caminhar juntas para que os resultados sejam efetivos e sustentáveis.
Durante sua participação no evento, Alisson Alencar apresentou ainda os trabalhos da Comissão Permanente de Transformação Digital e Disrupção (CPT2D), iniciativa que conduzirá um amplo diagnóstico da realidade digital dos municípios mato-grossenses.
O trabalho envolve a avaliação dos portais de transparência, da oferta de serviços públicos digitais e do nível de digitalização das gestões municipais.
A partir desse mapeamento, a comissão pretende estruturar um plano estratégico de longo prazo, com diretrizes voltadas à modernização da administração pública, ao aumento da eficiência dos serviços e à ampliação do acesso da população às ferramentas digitais.
De acordo com o conselheiro, o objetivo central é promover a inclusão social por meio da tecnologia, garantindo que a transformação digital alcance todos os cidadãos.
“Mais do que inovação, estamos falando de aproximar o poder público das pessoas, facilitando o acesso aos serviços e melhorando a qualidade de vida da população”, afirmou.
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