Cuiabá, Segunda-Feira, 26 de Janeiro de 2026
ACUSADO DE ASSÉDIO
26.01.2026 | 10h10 Tamanho do texto A- A+

Justiça manda soltar tenente-coronel; ele foi exonerado de cargo

Welington Mendonça teria passado a mão na coxa de uma servidora da Assembleia Legislativa

Reprodução

Policial Militar, Welington Mendonça, foi solto após passar por audiência de custódia

Policial Militar, Welington Mendonça, foi solto após passar por audiência de custódia

ANDRELINA BRAZ
DA REDAÇÃO

A Justiça de Mato Grosso concedeu, na tarde deste domingo (25), liberdade provisória ao tenente-coronel da Polícia Militar, Welington Rodrigues Mendonça, preso após importunar sexualmente uma servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), em Cuiabá.

 

A Polícia Militar emitiu uma nota comunicando a exoneração de Mendonça do cargo de comandante do 22º Batalhão de Peixoto de Azevedo.

 

A prisão foi registrada na madrugada de sábado (24), após um desentendimento em um posto de combustíveis localizado na Praça Oito de Abril.

 

Segundo o boletim de ocorrência, testemunhas relataram que Welington tentou se aproximar da vítima durante a noite e, em determinado momento, “passou a mão em sua coxa e começou a empurrá-la com o quadril”.

 

O policial militar foi preso em flagrante. Na tarde de domingo, ele passou por audiência de custódia, conduzida pelo juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto, que converteu a prisão em flagrante em liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas cautelares.

 

De acordo com o magistrado, após a análise do caso, não ficou demonstrada  a “necessidade da manutençãoda prisão preventiva do militar".

 

Entre as cautelares impostas estão a proibição de se aproximar da vítima, mantendo distância mínima de 500 metros, bem como de seus familiares e testemunhas.

 

Além disso, Welington deverá comparecer mensalmente ao juízo competente.

 

Exoneração

 

Segundo a corporação, um procedimento administrativo foi instaurado para investigar a conduta do militar.

 

“A PMMT reforça que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes”, destacou em nota.

 

Além da Polícia Militar, o presidente do Poder Legislativo, deputado Max Russi (PSB), emitiu uma nota de repúdio ao caso. 

 

No comunicado, o presidente afirmou que prestará suporte a vítima e relatou que “situações como essa são inaceitáveis e não podem ser toleradas”.

 

Leia mais:

 

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