O cinegrafista e ex-servidor público André Anderson Santos de Rezende, de 35 anos, foi preso nesta sexta-feira (13) suspeito de estuprar uma menina de 10 anos, em Várzea Grande. À Polícia, ele confessou ter dado uma carona à vítima, mas negou ter abusado sexualmente dela.

André Anderson já havia sido preso na sexta-feira (6) passada, mas foi liberado ainda na delegacia, sem precisar passar por audiência de custódia.
A prisão desta sexta-feira aconteceu em decorrência de cumprimento de mandado de prisão preventiva, decretada pela 1ª Vara de Violência Doméstica de Várzea Grande, na
Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande (DEDMCI/VG).
Câmeras de segurança registraram, no dia 4 de fevereiro, a vítima entrando no veículo do suspeito, um Honda Civic, enquanto estava a caminho da escola, no bairro Nova Fronteira. Tempos depois outra câmera mostrou que a menina desceu correndo do veículo.
Dois dias depois, a mãe da vítima procurou a delegacia para denunciar o crime.
A delegada Paula Gomes Araújo explicou que o suspeito já não estava mais em flagrante delito quando foi preso pela primeira vez e, por isso, foi liberado na delegacia.
“Na sexta nós instauramos a investigação e na segunda-feira eu já tinha representado pela prisão preventiva dele. Felizmente, saiu ontem esse mandado, no final da tarde. Como ele já havia sido intimado para se apresentar hoje cedo, nós tivemos êxito em cumprir esse mandado”, disse em entrevista ao SBT Comunidade.
André Anderson se apresentou na delegacia acompanhado de uma advogada e negou que tenha abusado da criança, mas confirmou ter dado a carona à vítima.
“Na sexta-feira a criança narrou que esse suspeito teria tocado na sua perna e também obrigado ela a passar a mão no órgão genital dele, que estaria exposto, que ele estaria se masturbando com a criança do lado. Diante disso, a criança teria gritado, ele se assustou e parou o veículo e a deixou sair”.
Segundo a delegada, em caso de condenação, André Anderson pode enfrentar entre 8 a 15 anos de reclusão.
Ele, segundo a delegado, não tem passagem por crime de estupro, mas tem um boletim de ocorrência registrado contra ele por ato obsceno em 2012.
Exoneração
Em nota, a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) informou que determinou a imediata exoneração do servidor assim que tomou conhecimento do caso.
“A Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) informa que determinou a imediata exoneração do servidor, assim que tomou conhecimento dos fatos”.
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