Cuiabá, Terça-Feira, 27 de Janeiro de 2026
ESTELIONATO S.A.
27.05.2024 | 08h36 Tamanho do texto A- A+

Operação mira grupo que movimentou meio milhão em fraudes

São cumpridas 30 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Várzea Grande

PJC-MT

Material apreendido durante a operação deflagrada nesta segunda

Material apreendido durante a operação deflagrada nesta segunda

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (27), a Operação Rede Oculta para cumprimento de 30 ordens judiciais com foco na desarticulação de uma organização criminosa voltada à prática de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro.

 

O Núcleo de Estelionato da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande cumpre 15 ordens judiciais de busca e apreensão domiciliar, além de outras medidas com foco na desarticulação patrimonial de 15 investigados residentes na Grande Cuiabá. São empregados na operação 64 policiais civis e 13 viaturas.

  

Durante as investigações, foi apurado que a existência de, pelo menos, quatro células criminosas que movimentaram quase meio milhão de reais decorrentes de fraudes aplicadas contra vítimas de Mato Grosso e de outros estados.

 

Os investigados figuram como suspeitos em diversos boletins de ocorrência pela prática de estelionato e outros crimes. As investigações apontaram que um dos alvos atua na prática de fraudes desde o ano de 2019, assim como teria o cargo de “disciplina” de uma facção criminosa, junto a outro investigado.

 

As investigações foram iniciadas no ano de 2023, sob a presidência do delegado Antenor Júnior Pimentel Marcondes, a partir de denúncias anônimas, que foram apuradas por meio de investigação qualificada conduzida pelos policiais civis lotados na 1ª Delegacia de Várzea Grande.

 

Em continuidade aos trabalhos, a operação coordenada pelo delegado Ruy Peral tem o objetivo de desarticular os grupos criminosos envolvidos com a prática de estelionato e outras fraudes.

 

“O modo de ação dos investigados se revela complexo e forma uma verdadeira rede obscura (razão do nome da operação policial) composta por responsáveis pela aplicação de fraudes, que recebem os valores oriundos de golpes e os que pulverizam o dinheiro. São pelo menos 15 pessoas identificadas que estão ligadas diretamente aos crimes apurados”, disse Ruy Peral.

 

 

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