Cuiabá, Quarta-Feira, 28 de Janeiro de 2026
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28.01.2026 | 11h00 Tamanho do texto A- A+

Polícia acha corpo de jovem sequestrado e morto por facção

Ele e mais dois colegas foram alvos de bandidos; crime ocorreu na cidade de Campo Novo do Parecis

Reprodução

Viatura da Polícia Civil; caso segue sendo investigado para localização de foragidos

Viatura da Polícia Civil; caso segue sendo investigado para localização de foragidos

LIZ BRUNETTO
DA REDAÇÃO

O corpo de Diego Souza Santos, de 20 anos, foi encontrado na segunda-feira (26) em meio a uma plantação de soja, após três membros de uma facção acusados de envolvimento no crime serem presos em Campo Novo do Parecis (a 402 quilômetros de Cuiabá) e indicarem onde estava o cadáver. A vítima foi sequestrada, torturada e morta por meio de arma branca.

 

Segundo a Polícia Civil, o trio preso suspeito de envolvimento no crime era composto por dois homens, de 20 e 27 anos, e uma mulher de 21 anos.

 

Diego foi sequestrado por três homens no último sábado (24), junto com dois colegas de trabalho, de 21 e 24 anos, no bairro Jardim das Palmeiras.

 

As vítimas foram levadas pelo trio, a pé, até um matagal. Eles se identificaram como membros de uma facção criminosa e disseram que uma das três vítimas seria membro de uma facção rival.

 

Os jovens tiveram os braços e as pernas amarrados com cabo de aço e, durante a sessão de tortura, outros quatro membros da facção chegaram encapuzados. Uma das vítimas aproveitou o momento e fugiu para a mata; a outra foi liberada, e Diego foi assassinado.

 

Na manhã de domingo (25), a polícia recebeu a denúncia de que Diego havia sido assassinado e de que pelo menos seis pessoas teriam participado da tortura e do homicídio.

 

Ainda no domingo, cinco dos envolvidos no crime, todos membros de uma facção criminosa atuante na cidade, foram identificados.

 

Na manhã de segunda-feira, os policiais localizaram e prenderam o trio, que confessou ter participado do crime.

 

Os três foram encaminhados para a Delegacia de Campo Novo do Parecis e autuados pelos crimes de homicídio qualificado, tortura, destruição, subtração e ocultação de cadáver, além de promover, constituir ou integrar organização criminosa.

 

O caso segue sendo investigado pela polícia.

 

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