Cuiabá, Terça-Feira, 14 de Abril de 2026
DEFINIÇÃO PELO BRT
31.08.2022 | 11h26 Tamanho do texto A- A+

Janaina pede trégua e diz que é hora de Cuiabá e MT atuar juntos

Nesta semana, o Governo do Estado assinou o contrato para as obras do modal rodoviário

Ronaldo Mazza/ AL

A deputada estadual Janaina Riva, que defende diálogo

A deputada estadual Janaina Riva, que defende diálogo

ANGÉLICA CALLEJAS
DA REDAÇÃO

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar a obra do BRT (ônibus de trânsito rápido) deve apaziguar a situação entre Prefeitura de Cuiabá e Governo do Estado. É o que avalia a deputada estadual Janaina Riva (MDB).

 

A obra estava paralisada por decisão do Tribunal de Contas da União, que atendeu a um pedido do prefeito Emanuel Pinheiro, defensor do antigo modal, o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

 

Nesta semana, o Governo do Estado assinou o contrato para as obras do BRT.

 

“Eu acredito que sim [deve apaziguar], porque ele [Emanuel Pinheiro] fez o que ele queria. Ele não era favorável ao BRT, direito dele. Lutou pela implementação do VLT, não conseguiu na Justiça”, disse a parlamentar.

 

“Agora, acredito que é até interessante nesse momento tanto a Prefeitura quanto o Estado trabalharem em conjunto para lá na frente não ficarem dizendo que um errou, o outro errou, um jogar a culpa no outro”, cobrou a deputada.

 

Janaina defende que os dois principais gestores de Mato Grosso, opositores políticos, se unam para que o projeto dê resultado positivo e rápido para a sociedade, e cita as diversas mortes ocorridas na avenida FEB, em Várzea Grande, nos trilhos abandonados do VLT.

 

“É um sonho que a gente tem. Quantas pessoas morreram, principalmente em Várzea Grande? Ali morreu muita gente”.

 

“Emanuel e o Khalil [Baracat, prefeito de Várzea Grande] também vão ter que participar de forma muito presente desse projeto, porque é uma herança que vai ser deixada”.

 

A deputada ainda ponderou sobre como a sociedade deve enxergar a situação VLT x BRT, e ressaltou que de nada adianta um apontar o dedo para o outro, pois no fim o resultado, caso seja negativo, é ruim para a população de qualquer forma.

 

“Para o povo, de um modo geral, se não deu certo, a culpa pe de todos que participaram. Então, isso tem que ficar muito claro. Agora, fazer dar certo, é uma obrigação do Emanuel, do Khalil e do Mauro. Não é uma opção”. 

 

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