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01.01.2026 | 11h01 Tamanho do texto A- A+

STF autoriza delegada a receber familiares após Réveillon

Ministro ainda autorizou que três funcionários domésticos compareçam diariamente na residência dela

Gustavo Moreno/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, é o relator do caso 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, é o relator do caso 8 de janeiro

UOL

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta manhã que a delegada da PF, Marília de Alencar, receba seus familiares, mas fora do horário das comemorações de Ano-Novo, como ela havia solicitado.

 

Moraes determinou que visitas devam ocorrer somente nas datas e horários estabelecidos pela PF. Ele autorizou que Marília receba quatro parentes amanhã em três intervalos de horários diferentes.

 

Os outros dois parentes dela poderão visitá-la somente na próxima quarta-feira, dia 7. Defesa de delegada havia pedido visita dos seis parentes para passar a noite de Ano-Novo com ela, que está em prisão domiciliar em Brasília.

 

Ministro ainda autorizou que três funcionários domésticos compareçam diariamente na residência dela. Delegada havia solicitado que um jardineiro, uma faxineira e uma empregada doméstica fossem autorizados a frequentar a residência para prestar serviços a ela e a sua família.

 

As visitas autorizadas por Moraes

 

Das 8h às 10h de amanhã - Mãe de Marília e namorado da filha dela, menor de idade.

Das 11h às 13h de amanhã - Irmão de Marília

Das 14h às 16h de amanhã - Cunhada de Marília

Quarta-feira, 7 de janeiro - Visita de um sobrinho, das 8h às 10h e de outro sobrinho das 11h às 13h.

 

Marília foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão. Única mulher denunciada pela PGR por envolvimento na trama golpista, ela colaborou para que a Polícia Rodoviária Federal impedisse eleitores do Nordeste de votar no segundo turno das eleições de 2022, segundo a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República).

 

Na ocasião, ela era diretora de Inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A defesa sempre negou o envolvimento dela na trama golpista e ainda cabem recursos.

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