A secretária municipal de Ordem Pública de Cuiabá (SORP), Juliana Palhares, rebateu críticas que recebeu, ao longo dos últimos meses, por portar arma de fogo e distintivo de delegada durante a atuação na gestão municipal.

Palhares é delegada e chegou a ser alvo de uma representação na Corregedoria da Polícia Civil pelo uso do armamento enquanto secretária. O procedimento, porém, não resultou em punição.
Ao MidiaNews, ela disse que opositodores buscam criticar "detalhes", já que não há o que falar sobre o desempenho da Pasta.
“É muito barulho por nada. Acho que como as pessoas não têm o que falar e pensam: ‘Vamos achar alguma coisa para falar’. Mas estou muito tranquila”, disse.
"Não têm o que falar da atividade que estou entregando enquanto secretária, então falam da arma, do distintivo, mas podem falar”, acrescentou.
Palhares disse mesmo que mesmo cedida para ser secretária do prefeito Abilio Brunini (PL), mantém as prerrogativas de seu cargo de origem.
“No que tange a andar armada, todas as vezes estava numa situação de operação com a Polícia Civil, então não tem problema nenhum nisso", afirmou.
“Primeiro que enquanto delegada de Polícia, todas as prerrogativas do meu cargo estão comigo. Estou apenas cedida para a Prefeitura, mas sou delegada e todas as prerrogativas, meu porte de arma, meu distintivo, eles estão comigo. Tenho dever de agir sempre quando me deparar numa situação de crime”, disse.
Caso dos palhaços
A secretária ainda comentou também críticas que sofreu após a repercussão do episódio da prisão de cinco homens vestidos de palhaços, abordados por ela, e presos por suspeita de estelionato em maio de 2025, na Capital.
Um dia após a prisão, alguns doadores afirmaram que os valores repassados ao grupo estavam corretos e a polícia alegou falta de provas contra os acusados e eles foram soltos.
Segundo ela, havia denúncias de que os supostos artistas estariam aplicando golpes em máquinas de cartão e que, se a polícia soltou, foi por uma “questão de direito penal” e que fez seu “papel” ao prender o grupo.
“Eu estava passando, vi esses palhaços e acionei a Polícia Civil. Enquanto eles estavam a caminho, eu e meu policial realizamos a intervenção e seguramos aqueles supostos estelionatários. Se foram soltos imediatamente, é uma questão de Direito Penal, eu fiz meu papel”, encerrou.
Veja:
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