O deputado Eduardo Botelho defendeu que o União Brasil e o Progressistas (PP), que montaram uma federação, definam até março os nomes disponíveis e a chapa de candidatos proporcionais para a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados que vão disputar a eleição deste ano.

Os partidos terão que ter na chapa 25 nomes para Assembleia e 9 para os cargos em Brasília. Em ambos os casos, deve-se ter o critério da lei de 1/3 de nomes de mulheres para as vagas em disputa.
“Nós teremos basicamente dois meses para definir tudo. Quem vai ficar no partido, quem que não vai, qual a chapa. Não tem mais muito mais tempo”, afirmou ao MidiaNews.
“Ainda tem a convenção. Mas os possíveis candidatos, pelo menos, para deputado estadual, para federal, tem que definir”, insistiu. “É importante nesses dois meses e meio agora, a três meses, se possível, negociar tudo e fechar, e fechar uma chapa aí de candidato estadual", propôs o deputado.
Botelho diz que entende que no período de convenções entre julho e agosto deve ser feito realmente as definições de composição de alianças e candidatos majoritários ao Governo e Senado.
Por isso, defende a definição de chapas proporcionais na janela partidária de março, quando os candidatos a cargos eletivos para a eleição de 2026 têm autorização da Justiça Eleitoral para trocar de partido sem perderem os mandatos.
No União Brasil, há o dilema se o partido lança candidato ao Governo, com o nome do senador e ex-governador Jayme Campos, ou endossa apoio direto ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), escolhido pelo governador Mauro Mendes, presidente da sigla, e provável candidato ao Senado.
Mendes já sugeriu que o grupo se una e Jayme seja seu companheiro de chapa na disputa ao Senado, se eles se definirem pela disputa do cargo. Na eleição deste ano, os eleitores escolherão em todos os Estados em outubro dois candidatos ao Senado, porque serão renovados dois terços dos membros da Casa Alta da política brasileira, que conta com 81 senadores.
Disputa por vagas
O deputado Botelho trabalha com as demais lideranças do grupo político da sua federação partidária para eleger uma ampla bancada de deputados estaduais. Ele estima manter a atual bancada de quatro deputados do partido, no mínimo.
“Tem vários nomes bons aí e vem o PP também com um número de candidatos bons. Eu acho que nós temos chance real de fazer quatro ou cinco deputados no Estado”, prevê.
Na eleição deste ano, o União Brasil está com o Progressistas (PP) na Federação União Progressista para a disputa.
Atualmente, o coletivo político é formado por deputados com mandato. Além de Botelho; são do União Brasil o líder do Governo, Dilmar Dal’Bosco; o vice-presidente da AL e ex-governador Júlio Campos; e o deputado Sebastião Rezende. E Paulo Araújo do PP, que completa a federação.
Outras alianças também compõem coalizações de partidos em Mato Grosso para a eleição de 2026: a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), Federação PSDB e Cidadania e Federação PRD e Solidariedade.
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