Cuiabá, Terça-Feira, 20 de Janeiro de 2026
RACHA NA DIREITA
20.01.2026 | 07h00 Tamanho do texto A- A+

Deputada condena divisões no PL e pede foco na eleição

Coronel Fernanda criticou embates públicos entre lideranças da sigla e defendeu que haja discussões privadas

Assessoria

A deputada federal Coronel Fernanda pediu a união entre os nomes do PL

A deputada federal Coronel Fernanda pediu a união entre os nomes do PL

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) defendeu a união das lideranças do partido como caminho para o sucesso eleitoral neste ano e criticou disputas internas que, segundo ela, fragilizam o campo da direita.

 

Nós temos que parar de bater na turma da direita no Whatsapp, em redes sociais, temos que começar a falar mais frente a frente

Em declaração, a parlamentar afirmou que o PL precisa abandonar ataques entre aliados e concentrar forças contra os adversários políticos.

 

“Nós temos que nos unir. Temos que entender que não podemos entrar no jogo. Eu vejo um fato que me chama a atenção, é mais fácil bater em quem se coloca em uma posição que bater em nosso adversário. Nós temos que parar de bater na turma da direita no Whatsapp, em redes sociais, temos que começar a falar mais frente a frente”, afirmou em entrevista à rádio CBN Cuiabá.

 

Ao comparar a postura da direita com a da esquerda, a deputada destacou o que considera ser uma estratégia de proteção interna usada pelos adversários.

 

“A esquerda entra em um quarto, sai na porrada e sai todo mundo sorrindo de lá, porque eles protegem e fortalecem. Nós precisamos fazer isso”, avaliou.

 

Coronel Fernanda ponderou, no entanto, que a defesa da união não significa acobertar desvios de conduta. Segundo ela, pessoas que se apresentam como de direita apenas para obter vantagens políticas devem ser afastadas.

 

“‘Está falando de proteger quem está fazendo errado?’ Não. Quem está fazendo errado a gente tem que tirar do sistema, tirar da direita. Tem gente que se faz de direita para ganhar votos e privilégios, e essas pessoas têm que ser massacradas, mas de forma correta, para não contaminar os demais”, afirmou.

 

Rejeição a WF

 

A deputada também foi questionada a respeito da divisão interna no partido em relação à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso.

 

Nos bastidores circulam informações de quem nem todas lideranças estariam satisfeitos com a escolha de Wellington e teriam mais afinidade com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

 

 “A pré-candidatura do senador Wellington Fagundes já está sacramentada, o martelo já foi batido. Nós vamos trabalhar para que isso aconteça”, afirmou.

 

“Nosso partido precisa de um representante, não dá para ficar emprestando nossa sigla para qualquer um. Não quer dizer que o Pivetta não é um cara merecedor, é meu amigo particular, ele tem as qualidades dele, mas eu sou PL, sou Wellington Fagundes. [...] Eu tenho que ter um objetivo, quem fica em cima do muro não serve para nada e quem fica pulando de galho em galho é um traidor”.

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