Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Fevereiro de 2026
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26.02.2026 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

Lúdio rejeita apoio a Taques e quer mulher candidata ao Senado

Deputado diz que a indicação seria "estratégica"; esquerda quer evitar deixar vaga em aberto para direita

Victor Ostetti/MidiaNews

O deputado estadual Lúdio Cabral, que disse que a ex-vereadora Edna Sampaio é um bom nome

O deputado estadual Lúdio Cabral, que disse que a ex-vereadora Edna Sampaio é um bom nome

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) defendeu a indicação de uma mulher do Partido dos Trabalhadores para disputar a segunda vaga ao Senado na eleição deste ano.

 

Defendo, por uma leitura estratégica e tática, que o segundo nome seja de uma mulher do Partido dos Trabalhadores

O partido quer evitar que uma vaga de senador seja entregue "de bandeja" para um nome da direita por não haver mais nenhum candidato da esquerda concorrendo. Até o momento o único nome do grupo que se colocou à disposição para disputar essa vaga foi a ex-vereadora por Cuiabá, Edna Sampaio (PT).

 

“Defendo, por uma leitura estratégica e tática, que o segundo nome seja de uma mulher do Partido dos Trabalhadores”, disse em coletiva à imprensa.

 

“Precisa ser um nome em condições de nos representar”, acrescentou.

 

O deputado também foi questionado sobre uma tentativa de aproximação do ex-governador Pedro Taques (PSB), que é pré-candidato a senador, junto aos partidos da esquerda.

 

Nos bastidores, há especulações que ele estaria tentando receber apoio do grupo para ser o segundo nome na disputa ao Senado. Ideia que já foi rejeitada por Lúdio anteriormente.

 

O deputado disse que um dos critérios para a escolha desse segundo candidato é que ele tenha sintonia com o ministro da Agricultura e senador Carlos Fávaro (PSD), que buscará a reeleição e é tratado como o nome da “primeira vaga”.

 

Fávaro e Taques são adversários políticos. Eles romperam a relação a partir de 2018, quando Fávaro renunciou ao cargo de vice-governador e se afastou do então governador.

 

A rusga se intensificou nos anos seguintes, especialmente durante a disputa ao Senado, quando ambos trocaram acusações públicas envolvendo o caso conhecido como “Grampolândia Pantaneira”, relacionado a supostos grampos ilegais.

 

“Em relação ao Senado, a gente ainda não reuniu os partidos para discutir especificamente a segunda vaga. Qual é a minha posição, pessoal? Temos que definir essa segunda vaga em sintonia com o Fávaro, que é candidato à reeleição, a primeira vaga no nosso campo”, afirmou.

 

Veja vídeo:

 

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