Cuiabá, Quarta-Feira, 21 de Janeiro de 2026
PRESSÃO POR SALÁRIOS
21.01.2026 | 15h50 Tamanho do texto A- A+

Mendes amplia RGA para 5,40% e AL discute com sindicalistas

Governo enviou substitutivo com nova porcentagem; proposta inicial era de 4,26% e impacto de R$ 1 bi

Victor Ostetti/MidiaNews

O governador Mauro Mendes, que decidiu ampliar reajuste salarial de servidores públicos

O governador Mauro Mendes, que decidiu ampliar reajuste salarial de servidores públicos

JONAS DA SILVA E GIORDANO TOMASELLI
DA REDAÇÃO

O governador Mauro Mendes (União Brasil) fechou um acordo e ampliou de 4,26% para 5,40% a Revisão Geral Anual (RGA) de 2026 no salário dos servidores públicos. A decisão saiu após uma reunião, no Palácio Paiaguás, com sua base aliada na sede do Governo.

 

Talvez, não aquilo que os servidores querem, mas avançamos. O projeto foi alterado e chegou a 5,40%, o que é acima da inflação do ano passado

"Tinha chegado um projeto do Governo de 4,26% e agora, após a base fazer um entendimento com o governador, conseguimos um avanço significativo. Talvez, não aquilo que os servidores querem, mas avançamos. O projeto foi alterado e chegou a 5,40%, o que é acima da inflação do ano passado", disse o presidente Max Russi (PSB).

 

Mendes ouviu diversos argumentos dos deputados de que era necessário ampliar a RGA em função da diferença de 19,5% reivindicado pelos servidores. A porcentagem é relativa ao período que o reajuste não era realizado no Estado, entre 2020 e 2021.

 

Max afirmou que a mudança será levada ao Fórum Sindicial, que representa as categorias de servidores do Executivo. Se aprovada pelos sindicalistas, a medida não deverá enfrentar resistência para aprovação no Parlamento.

 

A sessão de votação está marcada para a tarde desta quarta-feira (21). A preocupação dos deputados era que a reposição fosse aplicada já na remuneração da folha de janeiro.

 

 

A porcentagem de 4,26% já deve gerar impacto anual de R$ 1.04 bilhão aos cofres públicos em 2026. O impacto mensal estimado pelo Governo na folha de pagamento é de R$ 80 milhões.

 

Atualmente, o Executivo está abaixo do limite prudencial de gastos com folha salarial, conforme determina a Lei de responsabilidade Fiscal (LRF).

 

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