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31.01.2026 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

PRD planeja eleger 3 estaduais: “Fará mais de 200 mil votos”

Paulo disse que liderança "fortíssimas" entrarão no partido; três disputarão a reeleição no PRD

Victor Ostetti/MidiaNews

O deputado estadual Paulo Araújo, que deixará o PP para se filiar ao PRD

O deputado estadual Paulo Araújo, que deixará o PP para se filiar ao PRD

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

O deputado estadual Paulo Araújo (PP) afirmou que o PRD tem potencial para ultrapassar 200 mil votos nas eleições de 2026 e, com isso, eleger três deputados estaduais.

 

Tem candidato que teve 20, 21 mil votos na eleição passada, que vai disputar no PRD também. Então, eu acredito que o PRD, com esses nomes que nós temos lá, nós iremos fazer mais de 200 mil votos

De saída do Progressistas, o parlamentar confirmou que irá se filiar ao PRD em março, legenda pela qual disputará a reeleição. Além dele, Paulo confirmou mais dois deputados.

 

“Não posso citar o nome aqui, mas, além de mim e o deputado Chico Guarnieri, nós temos outro deputado estadual. Temos o ex-deputado Mauro Sábio, o secretário Allan Kardec, o secretário Gilberto da Saúde, que também, possivelmente, estará no PRD. Assim como outras várias lideranças a nível de Estado”, detalhou em entrevista à TV Pantanal.

 

“Tem candidato que teve 20, 21 mil votos na eleição passada, que vai disputar no PRD também. Então, eu acredito que o PRD, com esses nomes que nós temos lá, nós iremos fazer mais de 200 mil votos. Nós temos a possibilidade de eleger, cheio, três deputados estaduais”, completou.

 

Paulo destacou que a mudança ocorre em sintonia com a base política do governador Mauro Mendes (União) e do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), grupo ao qual faz parte.

 

Segundo ele, a intenção é que as lideranças se distribuam para que mais nomes sejam reeleitos e mantenham a representatividade do grupo no Legislativo estadual.

 

Saída do PP

 

Ao comentar os motivos da saída do PP, Paulo negou rompimento político, mas reconheceu que a federação com o União Brasil tornou a disputa interna mais difícil.

 

Segundo ele, o planejamento original do partido foi impactado após a federação, levando à saída de aliados que se preparavam para concorrer.

 

“O nosso partido estava pronto para a disputa. Quando federou, muitos companheiros que tinham alinhamento para disputar a eleição dentro do PP acabaram saindo”, disse.

 

Ele classificou a atual chapa da federação como “pesada”, citando nomes como Dilmar Dal’Bosco, Júlio Campos, Sebastião Rezende e Eduardo Botelho, todos com histórico de votações expressivas.

 

“É difícil montar chapa. Fica complicado chegar para um colega que está ali na expectativa de se eleger e dizer: ‘vem pra cá’, sabendo que o espaço é limitado”, avaliou.

 

Veja vídeo:

 

 

 

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