O Governo de Mato Grosso implantará um sistema de gestão hospitalar, com uma central de inteligência para monitorar as informações on-line de tudo que é feito em hospitais do Estado. A base do sistema será a análise de indicadores do setor.

O secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo disse que o sistema vai reunir ainda indicadores de saúde dos municípios. E será construído um painel onde serão compiladas as informações.
“Nós vamos ter informações on-line de tudo aquilo que é realizado nos nossos hospitais e vamos ter informações do indicador de performance do que é realizado pelos municípios”, disse em entrevista ao MidiaNews.
“Vamos saber através do painel, no controle, quem é o paciente que está internado, quando é o dia da internação, a capacidade de atendimento daquela unidade, a performance do leito da UTI, tempo de permanência do paciente”, listou o secretário Gilberto alguns dos indicadores.
Ele afirmou que haverá muita tecnologia embarcada na central, pois a informação é um atributo e ferramenta necessária para o planejamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Ele disse que esse sistema de gestão hospitalar poderá ser cedido aos municípios para ajudar os gestores as saúde.
“Para que se possa planejar e pensar a saúde do Estado de Mato Grosso, a gente tem que ter informação precisa. O governo está se estruturando para ter isso, para ter um único sistema de gestão hospitalar rodando nos nossos hospitais. E esse sistema estará disponibilizado para que municípios também possam utilizá-lo”, explicou o secretário.
O sistema terá informações centralizadas de todos os 16 consórcios regionais de saúde do Estado.
Impacto na receita
A central on-line de gestão hospitalar da saúde vai permitir, segundo Gilberto Figueiredo, até mesmo para monitorar as informações sobre a receita municipal.
O sistema, diz, reunirá também outras informações do município que são correlatas ou que impactam diretamente na saúde, como indicadores de educação e meio ambiente. A cota parte do ICMS que o Estado transfere para os municípios já tem na composição do cálculo indicadores desses setores essenciais da vida das pessoas.
“O prefeito que que se preocupa com isso, ele vai conseguir alocar mais recursos. Porque parte da arrecadação é separada e é distribuída através desses indicadores”, exemplificou o secretário.
“Então quem tiver performance boa vai conseguir receber mais recursos. Mas para isso a gente precisa ter informação, ter controle, porque é nós que vamos aferir esses resultados, como, por exemplo do volume de imunizante, a vacinação”, comparou.
Veja o vídeo:
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