O presidente estadual do Republicanos, Adilton Sachetti, afirmou não ter dúvidas de que o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) será eleito governador de Mato Grosso, mesmo com o nome dele ainda fora da liderança nas pesquisas eleitorais divulgadas até o momento.

Segundo Sachetti, os levantamentos refletem apenas recortes pontuais e não traduzem de forma fiel a disputa em âmbito estadual.
“Eu não tenho dúvida quanto à candidatura e à eleição do Pivetta, eu não tenho nenhuma dúvida disso. Pesquisa reflete o momento e o local onde é feita”, afirmou em entrevista ao MidiaNews.
De acordo com o dirigente partidário, algumas pesquisas têm apresentado nomes com força regional, mas que não disputam de forma consolidada o cenário estadual.
“Estou vendo pesquisas saindo aí apresentando candidatos que não são candidatos a estadual, são candidatos da região ou da cidade onde vivem. Então, me parece que não é uma pesquisa que dá para a gente botar 100% de fé nela”, disse.
Apesar das críticas, Sachetti ponderou que os levantamentos não são falsos, mas que os resultados podem ser influenciados pelo recorte adotado.
Na avaliação do presidente do Republicanos, o fato de um candidato aparecer como favorito em pesquisas não significa, necessariamente, que será o vencedor da eleição.
Sachetti afirmou ainda que pesquisas qualitativas internas do partido colocam Pivetta em posição confortável e avaliou que a decisão do eleitor passará por critérios além daqueles medidos pelos institutos.
“O que vai definir a eleição é qualitativamente, não vai ser só quantidade. Tem que ver o que a pessoa é e a identidade que ela tem com o momento que o Estado está vivendo”, afirmou.
Para o dirigente, Pivetta simboliza a continuidade da atual gestão do governador Mauro Mendes (União), da qual participa há oito anos como vice-governador.
“O Pivetta hoje representa muito isso, porque ele é o nosso vice-governador que participou nesses oito anos de todas as decisões do que está acontecendo no Estado”, disse.
“E o Estado está num momento muito bom e a gente quer que esse momento continue, que o Estado siga nesse desenvolvimento”, acrescentou.
Sachetti citou investimentos em infraestrutura, saúde e educação como exemplos dos avanços obtidos no período e que, segundo ele, não devem ser interrompidos.
“São sete mil quilômetros de asfalto feitos em sete anos, seis hospitais sendo construídos ao mesmo tempo, a educação evoluindo de forma diferenciada. Como é que nós vamos alterar esse ritmo do que está aí?”, questionou.
“Eu acho que é hora de manter o ritmo, é hora de trabalhar para continuar esse desenvolvimento”, concluiu.
Leia mais:
Pivetta: “Não estou dando bola para pesquisa; foco é trabalho”
Entre no grupo do MidiaNews no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).
|
2 Comentário(s).
|
| Zeca 07.01.26 18h06 | ||||
| Eu tbm não tenho dúvida de sua derrota. | ||||
|
| Cido vieira 07.01.26 17h51 | ||||
| Esse que disse que Bolsonaro é carta fora do baralho??? Só fala m….. | ||||
|