Não é a primeira vez que o pré-candidato a prefeito de Cuiabá Lúdio Cabral (PT) tentará assumir o comando do Palácio Alencastro. Nas eleições de 2012 ele foi para o segundo turno, mas perdeu para o atual governador Mauro Mendes (União).
Médico sanitarista que atua há 27 anos no sistema público de Saúde e filiado ao PT desde 1999, ele pretende cativar a direita mato-grossense, combatendo a polarização ideológica que atrapalha os projetos de gestão à cidade.

“Há muitas pessoas que não me conhecem ou que me conhecem a partir do rótulo ideológico. É muito comum eu me encontrar com uma pessoa que eu não tinha convivência e ela dizer ‘olha, eu te imaginava diferente. Te imaginava um petista radical’”, disse.
O pré-candidato também disse que, caso ele vença, não governará Cuiabá sozinho. "Está claro para mim que não serei um prefeito apenas do PT. Serei do PT, mas também desse arco de partidos que queremos construir", disse.
Em entrevista exclusiva ao MidiaNews, Lúdio falou sobre a rejeição do PT em Mato Grosso e Cuiabá, estratégia eleitoral e como pretende conquistar o eleitorado.
Confira os principais trechos:
MidiaNews – Sabemos que o PT tem uma forte rejeição no Estado, que é considerado bolsonarista. O Fávaro também tem uma rejeição, assim como o Lula. Isso não pode ser ignorado, né?
Lúdio Cabral – Em Cuiabá, disputamos o segundo turno em duas ocasiões, mas batemos na trave. Há, de fato, uma resistência ao PT no Estado e em Cuiabá.
No Estado, por exemplo, temos um agronegócio dividido. De que forma trabalhar isso? Primeiro, ter consciência e humildade para buscar interpretar a “raiz” dessa resistência, porque ela não pode ser tratada só como algo ideológico. Essa resistência vem do bolsonarismo? Não, essa resistência que está nas pessoas que precisamos compreender no diálogo para identificar aquilo que precisamos corrigir e melhorar.
Segundo, apresentar as políticas públicas e as realizações do nosso Governo Federal, que são positivas para Mato Grosso.
Terceiro, o arco de alianças que construirmos. Tenho consciência que sozinhos teremos mais dificuldades para enfrentar e resolver os problemas que a população da cidade tem, então precisamos de um arco de alianças amplo, com participação de lideranças políticas, de quadros técnicos de outros partidos.
Está claro para mim que não serei um prefeito apenas do PT. Serei do PT, mas também desse arco de partidos que queremos construir. Sem radicalismo, procurando respeitar posições que sejam diferentes e procurar melhorar as condições de vida da população. Radicalismo só traz prejuízo, a polarização eleitoral ideológica não resolve os problemas da cidade.
Insisto na tese de que o buraco nas ruas não tem ideologia, não tem partido político, a fila na saúde, a dificuldade da população de ser atendida com qualidade não tem ideologia e precisamos buscar quadros com as mais variadas formações e identidade política para superar os problemas que a população enfrenta.
Vou reconhecer que existe a resistência e procurar ouvir para identificar aquilo que precisa ser corrigido, que precisa ser melhorado. Segundo, dialogar sobre as realizações, as políticas públicas. Terceiro, construir um arco amplo de aliança para disputar a eleição e para governar.
Além de trabalhar com a ideia que, no fundo, quem governa são as pessoas.
MidiaNews – Na campanha você vai precisar defender o presidente Lula. Isso não pode aumentar sua rejeição?
Lúdio Cabral – Bom, primeiro que a eleição é municipal. O centro do debate tem que ser os problemas da cidade, que a população vivencia, e as propostas para superar.
Não é uma eleição nacional e qualquer polarização em questões nacionais na eleição municipal não contribui para o debate local e para a formação da compreensão que a população deverá ter na hora de votar.
O filtro não pode ser ideológico. Temos que fazer um esforço para que esse não seja o filtro principal, temos que quebrar isso. Essa polarização não é positiva para a cidade. Olha o que acontece, por exemplo, na disputa entre o prefeito e o governador do estado, que traz prejuízos severos para a população.

Não tem sentido disputar a prefeitura e governar a cidade para alimentar a polarização. Ao contrário, eu tenho que quebrar essa polarização porque eu posso ter do eleitor do Bolsonaro [ex-presidente], do eleitor do Mauro Mendes [governador], uma contribuição positiva para superar os problemas que a cidade tem.
Se eu estabelecer esse filtro, eu não dialogo com o eleitor ou com a liderança política que pode contribuir para superar os problemas que a cidade tem. Eu sou filiado ao Partido dos Trabalhadores, serei candidato e apoiado pelo presidente da República, mas a minha relação mais forte será a relação com a população.
Ser do partido do presidente da República traz pra mim, na verdade, a responsabilidade de cobrá-lo, como: “Presidente, nós somos do mesmo partido, mas eu sou prefeito de Cuiabá e quero resolver os problemas da minha cidade, então quero cobrar do senhor que direcione recursos para construirmos”.
MidiaNews – Um de seus desafios não seria romper a barreira ideológica que existe nas eleições? Os eleitores da esquerda estão teoricamente garantidos, então o senhor teria que conquistar os indecisos.
Lúdio Cabral – Exatamente. Um dos principais desafios que tenho é conseguir romper essa resistência ao voto. Quem me conhece e quem convive comigo sabe disso. O desafio é quebrar a barreira de quem, às vezes, não me conhece e me enxerga a partir do rótulo.
Para isso é o contato direto, corpo a corpo, a oportunidade que teremos na pré-campanha e na campanha de encontrar as pessoas. Neste ano, completo vinte anos de militância política. A primeira eleição que disputei foi em 2004 para vereador, comecei no PT em 1999 e sempre militei lá.
Mas há muitas pessoas que não me conhecem ainda ou que me conhecem a partir do rótulo ideológico. É muito comum eu me encontrar com uma pessoa que eu não tinha convivência e ela dizer “olha, eu te imaginava diferente. Te imaginava um petista radical. Você é moderado e tem identidade política com um comportamento de respeito, de não ter preconceito na relação com quem tem uma posição política diferente”.
Por isso talvez eu consiga ter alcançado o que eu alcancei nas eleições de 2018 e de 2022. Fui o deputado estadual mais votado em Cuiabá em 2018, fui o deputado estadual mais votado em 2022, com o dobro da votação, mesmo sendo filiado ao PT.
MidiaNews – As últimas pesquisas nacionais mostraram que piorou a percepção do eleitor em relação à economia do país, esse que é um dos principais motivos da queda de popularidade do presidente Lula. Isso preocupa no processo eleitoral?
Lúdio Cabral – A economia é central em qualquer eleição na hora do eleitor tomar a sua decisão, talvez seja o fator mais importante na tomada de decisão.
Talvez na eleição municipal, menos do que numa eleição nacional. Agora, os indicadores econômicos de 2023 para cá demonstram melhora no cenário. A economia cresceu 3%, quando no início de 2023 se projetava um crescimento de menos de 1%.
No ano de 2023, a renda média da população brasileira aumentou 11%, foi o maior crescimento de todos os registros que o IBGE faz. O preço dos alimentos caiu ao longo do ano. A carne hoje é muito mais barata do que era em dezembro de 2020.
MidiaNews – O Lula deve vir a Cuiabá e subir no seu palanque?
Lúdio Cabral – Deve vir. O Lula fará uma agenda de governo no país todo e participará na disputa das eleições, nós temos a expectativa de trazê-lo a Cuiabá tanto para agenda de governo quanto para a campanha eleitoral, mas essa agenda não começou a ser montada. Quem vai montar isso é o diretório nacional.
MidiaNews – Cuiabá significa pouco em um universo eleitoral nacional, em termos de densidade. Mas há um simbolismo por ser a Capital do agronegócio que, em tese, foi contra Lula. Isso pode virar uma questão de honra para Lula, e fazê-lo se dedicar para vencer aqui?
Lúdio Cabral – Não sei se em função do volume de tarefas, da responsabilidade que o presidente tem, que ele tomaria isso como uma prioridade. Agora, é lógico que a vitória aqui em Cuiabá seria uma vitória política e simbólica importante porque há um esforço do governo no sentido de se aproximar mais do agronegócio, que é um setor importante para a economia.
O fato de termos o Fávaro como ministro da agricultura, de o Lula construir uma agenda de diálogo com agronegócio, de ser importante à agricultura, pecuária, economia e para o preço dos alimentos, há um esforço de governo nessa direção que pode contribuir para o processo eleitoral.
MidiaNews – O PSD do ministro da Agricultura Carlos Fávaro já fechou com você?
Lúdio Cabral – O Fávaro é a mais importante liderança política do Estado na relação com o Governo Federal, ou seja, ele é ministro do Lula e em janeiro defendeu o apoio do PSD à federação. Temos feito conversas ao longo desse intervalo de tempo e o PSD deve marchar com a gente.
Nós também queremos a federação da Rede e do PSOL. Com a Rede, o diálogo está bem avançado. Seria um fato inédito ter o PSOL conosco nas eleições municipais e uma honra, porque o PSOL tem uma liderança histórica que é o procurador Mauro, que tem uma identidade muito forte com Cuiabá.

Eu ainda não tive a oportunidade de conversar pessoalmente com ele, mas as direções dos dois partidos têm conversado bastante. Estou ansioso para essa oportunidade de diálogo com o procurador Mauro.
MidiaNews – O ministro Fávaro será um braço do presidente Lula na sua campanha?
Lúdio Cabral – O Fávaro será um importante interlocutor com o presidente Lula, porque ele se encontra com o Lula toda semana, viajam juntos, têm agenda de governo e isso ajudara demais no fortalecimento do nosso projeto em Cuiabá e no Estado, porque a eleição também é em todo o Estado e teremos que potencializar ao máximo o papel que as nossas lideranças têm.
No próprio PT, por exemplo, a Rosa Neide [ex-deputada federal] terá um papel importantíssimo, tanto na eleição em Cuiabá quanto na eleição no Estado, pela relação forte dela em Brasília com as lideranças nacionais do PT. O Barranco [deputado estadual pelo PT] terá um papel importante na eleição no Estado, até porque 2024 é a antessala das eleições em 2026.
O resultado da eleição em 2024 tem todas as condições de nos fortalecer para a disputa em 2026.
MidiaNews – O principal desafio não seria romper a barreira ideológica que existe nas eleições? Os eleitores da esquerda estão teoricamente garantidos, então o senhor teria que conquistar os indecisos.
Lúdio Cabral – Exatamente. Um dos principais desafios que tenho é conseguir romper essa resistência ao voto. Quem me conhece e quem convive comigo sabe disso. O desafio é quebrar a barreira de quem, às vezes, não me conhece e me enxerga a partir do rótulo.
Para isso é o contato direto, corpo a corpo, a oportunidade que teremos na pré-campanha e na campanha de encontrar as pessoas. Neste ano, completo vinte anos de militância política. A primeira eleição que disputei foi em 2004 para vereador, comecei no PT em 1999 e sempre militei lá.
Mas há muitas pessoas que não me conhecem ainda ou que me conhecem a partir do rótulo ideológico. É muito comum eu me encontrar com uma pessoa que eu não tinha convivência, que é eleitora e não tem perfil de esquerda, e ela dizer “olha, eu te imaginava diferente. Te imaginava um petista radical. Você é moderado e tem identidade política com um comportamento de respeito, de não ter preconceito na relação com quem tem uma posição política diferente”.
Por isso talvez eu consiga ter alcançado o que eu alcancei nas eleições de 2018 e de 2022. Fui o deputado estadual mais votado em Cuiabá em 2018, fui o deputado estadual mais votado em 2022, com o dobro da votação, mesmo sendo filiado ao PT.
MidiaNews – Trazendo para o cenário local, Cuiabá passou por 19 operações policiais e indícios de desvios milionários. Qual é a avaliação da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro? Como arrumar a bagunça?
Lúdio Cabral – É triste, mas Cuiabá sofre muito por conta de uma gestão que se perdeu. Isso é fato. Trabalho na Saúde há 27 anos, construí a minha trajetória da política a partir do trabalho na saúde pública. O maior problema que é a população vivencia é a Saúde pública.
É um problema desta e de outras gestões, infelizmente, mas se agravou nesta. Primeiro por incompreensão sobre onde deve ser a prioridade da gestão.
MidiaNews – Trazendo para o cenário local, Cuiabá passou por 19 operações policiais e indícios de desvios milionários. Qual é a avaliação da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro?
Lúdio Cabral – É triste, mas Cuiabá sofre muito por conta de uma gestão que se perdeu. Isso é fato. Trabalho na Saúde há 27 anos, construí a minha trajetória da política a partir do trabalho na saúde pública. O maior problema que é a população vivencia é a Saúde pública.

É um problema desta e de outras gestões, infelizmente, mas se agravou nesta. Primeiro por incompreensão sobre onde deve ser a prioridade da gestão na Saúde. A prioridade tem que ser a atenção primária, o cuidado das pessoas onde elas vivem e onde elas trabalham.
Essa responsabilidade na saúde sempre foi negligenciada. Como ela não vai para mídia, como a fila do pronto-socorro e a ausência de leito de UTI que ganham repercussão, isso sempre foi negligenciado.
Só resolvemos os problemas lá do topo do sistema se cuidarmos da atenção primária. Adotouse aqui um modelo de gestão da saúde que favorece o desvio. Ao invés de você fortalecer por meio de concurso, por meio da qualificação dos profissionais da saúde, as condições de o próprio município ofertar assistência à saúde, se optou por um modelo de terceirização indiscriminada da prestação de serviços.
É preciso mudar esse modelo, depender menos da terceirização, porque isso fragiliza o controle, fragiliza o alcance de qualidade. Tem muita rotatividade de profissionais, o custo é muito alto, como os contratos são muito frágeis, muitos sem licitação. A saúde se enfrenta por esses três caminhos, na minha opinião. Fortalecer a atenção primária, melhorar a relação com o Estado e com o Governo Federal e, em terceiro lugar, adotar um modelo de gestão que fortaleça o serviço público com o melhor controle dos recursos.
MidiaNews – A corrupção não seria o principal problema da Saúde de Cuiabá? O Ministério Público do Estado aponta um desvio de R$ 220 milhões e afirma que pessoas tiveram quadros agravados e morreram por causa das irregularidades.
Lúdio Cabral – Concordo, isso é fato. A consequência é essa. Se há desvio, o recurso não vai para a atenção primária, alimenta uma lógica que não resolve os problemas de saúde da população. Isso é fato.
MidiaNews – Como oposição ao prefeito Emanuel Pinheiro, você pretende fazer uma crítica forte e contundente à gestão dele?
Lúdio Cabral – Venho fazendo essa crítica há bastante tempo. Nós precisamos mudar como a cidade é governada, nós precisamos enfrentar e superar esses problemas que são conjunturais e estruturais, que se arrastam, que se agravaram, mas se arrastam a várias gestões.
O que vale para a saúde vale, por exemplo, o transporte coletivo, vale o trânsito para a mobilidade urbana. Precisamos identificar o que dá certo na administração da cidade. Tem algumas políticas públicas que são muito positivas.
Mesmo no primeiro mandato do Emanuel, os serviços urbanos eram muito melhor do que agora em função de todos esses problemas. Nem todo mundo é 100% ruim ou bom. É preciso ter também essa capacidade de filtro para fazer a crítica ao mesmo tempo que é importante reconhecer essa ou aquela medida que eventualmente foi positiva.
MidiaNews – Apesar das denúncias de corrupção, o prefeito Emanuel, ao longo de oito anos, apresentou políticas importantes para a cidade? Quais exemplos você citaria?
Lúdio Cabral – O trabalho que o Stopa fez nos serviços urbanos, quando foi secretário, foi um trabalho bastante qualificado. Se você visita os bairros da periferia, vê muitos equipamentos públicos muito bem construídos e organizados e que hoje são utilizados pela população.
Há duas obras de infraestrutura importantes que aconteceram no período em que Emanuel foi prefeito. O viaduto da Beira Rio, na ponte Sérgio Mota; o viaduto ali no Jardim Itália, na Avenida das Torres; o esforço para construir o Contorno Leste. São medidas basicamente na infraestrutura e serviços urbanos.
MidiaNews – Conforme definido até o momento, você enfrentará o deputado estadual Eduardo Botelho e o deputado federal Abílio Brunini, que têm, respectivamente, os apoios do governador ex-presidente da República. Qual deles você prefere encarar em um eventual segundo turno?
Lúdio Cabral – Quem vai dizer isso é a população da cidade. Se eu, já de partida, invento de querer escolher adversário, estou dando um passo no sentido da derrota, então não posso escolher adversário, venha quem vier.
O que preciso é me esforçar, porque vai ser uma eleição muito disputada, dura. Preciso me esforçar para estar no segundo turno, independente de quem esteja junto comigo. Depois, preciso me esforçar para ter 50% mais um voto para vencer as eleições, independente de quem sejam os adversários e eu reconheço que todos são adversários fortes.

O Botelho é um adversário forte, o Abílio é um adversário forte, nós temos condições de construir uma candidatura também forte no nosso campo e qualquer cenário de segundo turno é possível. Meu esforço será para estar no segundo turno sem preferência de adversário. É a população que vai nos escalar, que vai definir quem disputa o segundo turno.
MidiaNews – Uma eleição é um empreendimento muito caro. O senhor já tem assegurado pelo PT nacional de que terá a estrutura necessária para fazer um bom trabalho?
Lúdio Cabral – A Direção Nacional se reúne no dia 26 para formalizar a homologação das pré-candidaturas nas capitais e no passo seguinte começa a debater a distribuição dos recursos para a campanha. Hoje não tenho nada assegurado para a disputa das eleições e tenho consciência de que precisamos fazer a campanha mais enxuta possível.
É lógico que é importante ter uma boa comunicação para fazer a disputa das eleições. O caminho que a gente faz, traz aprendizados e do ponto de vista do desenho da campanha, pretendo ter a campanha mais enxuta possível, porque eu quero ir diretamente ao encontro das pessoas para poder olhar nos olhos delas e pedir voto. Isso só custa a energia da gente.
Se eu for tentar enfrentar os adversários com as armas deles, nós não teremos condições de competir com outras armas, como por exemplo o peso do poder do dinheiro, então será uma campanha enxuta, com boa comunicação e muita rua. Eu, pessoalmente, na rua pedindo votos.
MidiaNews – Esse seria um aprendizado da eleição de 2012, quando você foi ao segundo turno, mas não levou?
Lúdio Cabral – Exatamente. Esse é um dos aprendizados, que é um aprendizado da coerência, do sentido programático daquilo que você defende na eleição, de alianças programáticas e de uma campanha pé no chão, de contato direto com a população.
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10 Comentário(s).
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| carlos 28.03.24 15h35 | ||||
| SÓ NÃO VOTO NO DEPUTADO PQ NAÕ VOTO NA ESQUERDA, PRINCIPALMENTE PT. SE NÃO FOSSE ESQUERDISTA E TIVESSE A IDEOLOGIA DELES, EU VOTARIA. | ||||
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| Jcarlos 24.03.24 10h11 |
| Jcarlos, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas |
| Moreira 24.03.24 07h55 | ||||
| O rótulo do PT é de uma quadrilha disfarçada de partido político. | ||||
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| Marcos Justos 24.03.24 06h40 |
| Marcos Justos, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas |
| João Nunes 24.03.24 06h26 | ||||
| O próprio candidato se rótula é preciso furar e sair dessa bolhinha de nós (vítima) contra eles (opressores malvados), o candidato se quiser ter sucesso precisa parar com isso. | ||||
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