Cuiabá, Sábado, 28 de Fevereiro de 2026
FORÇA POLÍTICA; VÍDEOS
28.02.2026 | 17h50 Tamanho do texto A- A+

“Teremos seis deputados; vamos ser a maior bancada da AL”

Max Russi, presidente da AL, fala sobre eleições e papel do Podemos, que ganhará nova musculatura

Victor Ostetti/MidiaNews

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, que garantiu seis eleitos no Podemos

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, que garantiu seis eleitos no Podemos

GIORDANO TOMASELLI
DA REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, que ainda está no PSB, mas prestes a assumir o comando do Podemos, afirmou que a sigla se transformará em uma das maiores forças políticas de Mato Grosso.

Quando falo de seis deputados é porque conheço os nossos candidatos, sei do potencial de votos

 

Um ato marcado para o próximo dia 7 de março, próximo sábado, marcará o início das filiações ao partido, que terá peso estratégico nas eleições deste ano. Segundo Max, o Podemos elegerá a maior bancada da Assembleia na próxima legislatura, com projeção de seis nomes.

 

"Teremos seis deputados. Vamos ser a maior bancada da Assembleia, com certeza. E quando eu falo de seis deputados é porque eu conheço a minha chapa, conheço os nossos candidatos, sei do potencial de votos e sei o que eles vão fazer”, afirmou em entrevista ao MidiaNews.

 

Com esse peso eleitoral, a sigla tem sido procurada para compor nas chapas que concorrerão ao Palácio Paiaguás. Max disse que a tendência é que o partido apoie a candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo, pela proximidade com o grupo governista.

 

"Essa é uma tendência, não é uma garantia, porque o partido não é do deputado Max. Quem vai tomar essa decisão é a nossa chapa de deputado estadual, federal, juntamente com os prefeitos e vereadores", disse.

 

Na entrevista, Max citou sobre foco em eleger um deputado federal e minimizou o partido compor na vice ou suplência ao Senado na chapa de alguém. Entretanto, reforçou que não "fechará" o apoio a ninguém sem diálogo.

  

Ele falou, também, sobre o apoio ao governador Mauro Mendes ao Senado, seus planos para 2026, a escolha de Flávio Bolsonaro para ser candidato nno campo bolsonartista e sua avaliação do governo do presidente Lula (PT), além de críticas ao BRT (Bus Rapid Transit) em Cuiabá.

 

 

Confira os principais trechos da entrevista (e o vídeo com a íntegra ao final da matéria):

 

MidiaNews – No próximo dia 7, o Podemos deve abrir a agenda dos partidos em Mato Grosso com um superevento de filiação. A pretensão do partido é se tornar a maior bancada da Assembleia, desbancando o União?

 

Max Russi - Seis cadeiras. Teremos seis deputados. Vamos ser a maior bancada da Assembleia, com certeza. Eu quero fazer um grupo de bons candidatos, de candidatos preparados, de mulheres preparadas, nomes que têm serviço prestado, nomes que ajudem Mato Grosso, nomes que fazem a boa política. É isso que eu quero construir.

 

E se tudo der certo, eu trabalho muito com planejamento, não vai ser diferente dentro do Podemos. E quando eu falo de seis deputados é porque eu conheço a minha chapa, conheço os nossos candidatos, sei do potencial de votos desses candidatos e eu sei o que eles vão fazer, estando distribuídos em todas as regiões de Mato Grosso e atendendo em 142 municípios.

 

Nós temos uma chapa bem competitiva, bem distribuída no estado de Mato Grosso, e temos nomes muito bons para oferecer à Assembleia Legislativa do nosso estado.

 

MidiaNews – E para a Câmara Federal?

 

Max Russi - Para a Câmara Federal é uma chapa mais difícil. Lógico que todo partido quer eleger dois, três... O partido que eleger deputado federal já vai sair bastante positivo nessa eleição.

 

Como vamos ter uma chapa de deputado estadual que vai fazer 400 mil votos, acho bem possível passar dos 200 mil votos para deputado federal e eleger um

 

Nós queremos pelo menos assegurar uma cadeira na Câmara Federal, se puder duas, mas pelo menos uma cadeira é o trabalho que o Podemos vai fazer.

 

Como vamos ter uma chapa de deputado estadual que vai fazer 400 mil votos, acho bem possível passar dos 200 mil votos para deputado federal e eleger um.

 

MidiaNews – O senhor chegou a citar que convidou também a primeira-dama, Virgínia Mendes, para se filiar ao Podemos. Recebeu alguma resposta desse convite?

 

Max Russi - Não, algumas vezes a convidei, mas é difícil, entendo a posição dela. Ela deve disputar uma eleição de deputado estadual ou federal. É muito difícil ela ficar em um partido diferente do esposo. Mas seria uma grande filiação, somaria muito para qualquer partido.

 

É uma pessoa que trabalha muito a pauta social, uma pauta que eu defendo bastante, então ia gostar muito se ela viesse para o Podemos. Mas entendo as dificuldades, respeito, mas o convite para qualquer liderança que é importante no nosso estado tem que ser feito.

 

Eu sempre que vejo alguém que acho que tem potencial, tem liderança, convido. Nem sempre é possível fazer a filiação, mas pelo menos o convite está aberto.

 

 

MidiaNews – O seu apoio e do Podemos para o Governo do Estado em 2026 será mesmo para a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta? Ou isso ainda está em aberto?

 

Max Russi - Essa é uma tendência, não é uma garantia, porque o partido não é do deputado Max. Aliás, nem estou no partido ainda, vou assumir o partido dia 7 de março.

 

Espero construir um grande partido com muitos companheiros. Mas quem vai tomar essa decisão é toda a nossa chapa de deputado estadual, federal, juntamente com os prefeitos e vereadores.

 

MidiaNews – O senhor disse recentemente que uma “chapa imposta sem diálogo não vai ter aval do Podemos”. Está sentindo o Podemos escanteado nas articulações? 

 

Max Russi - Não diria isso, mas sem diálogo, com certeza, não vamos fechar com ninguém. Nós queremos saber qual é o Plano de Governo, qual é o projeto para o Mato Grosso nos próximos 4 anos, o que pensa em termos de gestão pública, qual é o caminho...

 

Quem achar que é importante ter o Podemos junto vai ter que fazer essa conversa conosco. Quem não quiser, a gente entende também

 

Nós temos um Estado que vem crescendo bastante, que tem uma preocupação com uma reforma tributária que vem aí na frente, que vai impactar de forma direta o estado e precisamos planejar isso tudo. Queremos sentar, discutir o plano de governo, participar desse plano e ver como o Podemos pode contribuir.

 

Temos bons quadros dentro do partido, então quem achar que é importante ter o Podemos junto vai ter que fazer essa conversa conosco. Quem não quiser, a gente entende também.

 

Acho que em política tem que tentar atrair aquelas pessoas que mais se simpatiza, que tem mais afinidade. Aquelas pessoas que pensarem igual aos filiados do Podemos, estaremos à disposição para conversar.

 

MidiaNews – Não desejaria também que fosse oferecido ao Podemos uma vice, uma vaga na suplência de Senado ou até uma vaga de Senado em alguma chapa? 

 

Max Russi - Eu, particularmente, não, porque não tenho nenhum projeto nesse sentido. O meu projeto é eleger deputado estadual e federal na eleição desse ano. Então a gente vai focar muito nisso.

 

É lógico que o candidato que colocar alguém do nosso partido como vice ou o candidato a senador que colocar [algum filiado] como suplente, terá um comprometimento muito maior por parte de todos os nossos filiados.

 

Mas isso não vai ser o definidor, o que vai definir realmente é um bom plano de governo, uma boa proposta para Mato Grosso.

 

MidiaNews – Ainda não veio um convite desses?

 

Max Russi - Não, já veio sondagem da minha esposa por dois candidatos, vendo a possibilidade desse projeto.

 

Mas é mais fácil talvez de trabalhar outros nomes dentro do Podemos, temos vários nomes bons que podem compor uma chapa de federal, de senador, que podem compor uma chapa como vice de governo, enfim, nomes que têm representatividade política, eleitoral, e trabalho em todas as áreas dentro do nosso estado.

 

 

MidiaNews – O senhor já definiu os dois nomes que deve apoiar para o Senado? O governador Mauro Mendes já é dado como certo?

 

Max Russi - Sim, da minha parte, sim. Do partido não posso dar certeza, mas eu, com certeza, um dos dois votos meus ao Senado será o governador Mauro Mendes.

 

Victor Ostetti/MidiaNews

Max Russi

Max Russi: Apoio a segundo nome ao Senado ainda está em aberto

 

MidiaNews – E o outro?

 

Max Russi - Ainda está em aberto, até porque eu não sei quem vai ser candidato. Não se pode afirmar hoje quem são todos os candidatos. E eu estou falando do Mauro também, se ele sair candidato, né? A gente não tem 100% certeza que vai sair.

 

Mas é uma tendência e como a gente andou junto nesse período, a tendência é caminhar junto com o projeto dele de senador.

 

MidiaNews – Nos bastidores, a montagem de chapa de Mendes ao Senado já é dada como certa: sendo o Cidinho Santos o primeiro suplente e o Rogério Gallo o segundo. O senhor, enquanto líder do Podemos, pretende convidar algum desses nomes para integrar a sigla?

 

Max Russi - Não, porque acho que não sei se é a melhor composição para o Mauro essa. Nesse ponto, confesso que tenho algumas dúvidas. Mas isso quem vai definir é ele, que será o candidato e vai montar a chapa que entende melhor para apresentar ao povo.

 

MidiaNews – A nível nacional, o Podemos não se define nem como esquerda, nem como direita. Que posicionamento defende aqui em Mato Grosso para o partido?

 

Max Russi - O Podemos é centro-direita, se você der uma ‘estudadinha’ no partido, vai conseguir identificar muito bem isso. Aqui, vamos trabalhar o diálogo daquilo que construir a melhor política pública para Mato Grosso, é dessa forma que eu trabalho.

 

É lógico que os nossos filiados vão trabalhar a ideologia do partido, dentro da centro-direita, dentro de uma série de projetos que a gente acredita e que tenho trabalhado ao longo dos meus mandatos.

 

MidiaNews – O campo bolsonarista definiu aí o nome do senador Flávio Bolsonaro para concorrer no lugar do pai, Jair Bolsonaro. O senhor deve apoiar o Flávio ou não tem candidato ainda?

 

Max Russi - Deve ser uma tendência do Podemos. Lógico que a gente tem que esperar as conversas nacionais, é uma conversa que vai ser feita em Brasília pela nossa presidente nacional, a Renata [Abreu].

 

Mas como a gente entende que com o Lula o Podemos não anda, a tendência é caminhar com a oposição.

 

 

MidiaNews – O senhor esteve por muito tempo no PSB, que está ligado à esquerda. Isso o incomodava de alguma forma? Essa também seria a razão da sua saída?

 

Max Russi - Não. É um partido que não tenho dificuldade nenhuma. Eu tive todas as liberdades, fiz todos os meus encaminhamentos, nas eleições a gente fez as coligações que entendiam que era importante para Mato Grosso.

 

Então, saio de forma bastante tranquila, saio pela porta da frente, da forma que entrei estou saindo. Dei o meu máximo na construção desse partido no momento em que fazia parte e agora a gente procura outro caminho e estou escutando as lideranças que me acompanham.

 

Eles entenderam que era o momento dessa mudança e eu estou acompanhando esse grupo político. E o Podemos também é um partido muito leve, tranquilo, que tem muito pra crescer no estado, não tem uma grande representatividade, não temos prefeitos e com certeza depois do dia 7 nós teremos no mínimo 15 prefeitos filiados ao Podemos.

 

MidiaNews – Como explicar para o seu eleitor que o senhor está trocando siglas com ideologias tão diferentes?

 

Max Russi - De forma muito tranquila, quem conhece o deputado Max, vota no deputado Max, sabe do trabalho, sabe como ele pensa, o que ele acredita, a formação, a história.

 

Eu não sou um deputado que fica ficcionado: ‘Ah estou filiado nesse partido, tenho que fazer essa coisa’. Não. Acredito naquilo que penso, nas propostas que faço à população e quem vai avaliar é o eleitor.

 

Não influencia nem um pouco na escolha do eleitor, zero. O que tem que pesar na escolha é o deputado que trabalha, que entrega, que visita os municípios e escuta a população. A definição partidária não é o que vai alterar se o Max vai ter mais votos, menos votos.

 

MidiaNews – O senhor acha que a definição da candidatura do Flávio Bolsonaro interfere no cenário aqui no Estado? Ou acha que uma terceira via, como a candidatura de algum governador, agregaria mais para a direita?

 

Max Russi - Sim, a candidatura nacional acaba influenciando as candidaturas locais nos estados. É difícil hoje apontar como vai caminhar o Flávio ou mesmo a candidatura da esquerda, ou se vai ter um outro candidato do centro.

 

Tem algumas coisas que poderiam ser melhores [no governo Lula], a dívida pública está subindo demais e isso é muito preocupante

 

Sei que agora está tendo muita articulação, muita conversa e acho que pode ter surpresa, porque política não é uma conta exata, tem muitas nuances, muitas conversas, muitas discussões que muitas vezes podem alterar daqui até julho.

 

Porque o Wellington Fagundes é candidato da direita, o Pivetta também, nós temos o Jayme também colocando o nome, então tem um período aí que a gente tem que conversar bastante para ver o que vai se desenhar no cenário nacional, o que pode impactar de forma decisiva no cenário local.

 

MidiaNews – Que avaliação faz do governo do presidente Lula?

 

Max Russi - Tem algumas coisas que poderiam ser melhores, a dívida pública está subindo demais e isso é muito preocupante, vai impactar e uma hora a gente não vai aguentar.

 

Essa taxa de juros não deveria estar colocada para o nosso País. Ajuda muito o sistema financeiro, mas ajuda muito pouco entregar benefícios para a população na ponta.

 

MidiaNews – O prefeito da Capital, Abilio Brunini, reclamou recentemente que tem recebido poucas emendas dos deputados da Assembleia. Como está o relacionamento do Legislativo com a Prefeitura de Cuiabá e mais, como está o envio de emendas dos deputados à cidade?

 

Max Russi - A reclamação dele é legítima, acho que se eu fosse prefeito da Capital ou de qualquer cidade, sempre ia achar pouco qualquer recurso que chegasse. Então, ele tem que fazer essa colocação mesmo, não tiro dele essa prerrogativa.

 

É muito difícil conseguir ter algo completo em termos de emenda parlamentar, são 24 deputados, cada um tem a sua prioridade. Então, isso que acaba não atendendo o que o prefeito espera enquanto recursos de emenda, mas o que resolve o problema da Capital não é a emenda parlamentar, até porque é um valor pequeno.

 

É muito mais uma articulação junto ao Governo do Estado e junto ao Governo Federal, que é onde estão os grandes orçamentos, os grandes recursos e quem pode fazer os grandes investimentos.

 

 

MidiaNews – Em Cuiabá, estamos com as obras do BRT, que atrasaram e ainda não foram concluídas. O Governo estuda trazer uma alternativa, o BUD. O que pensa a respeito?

 

Max Russi - Vou dizer bem a verdade: é algo que critico muito, acho absurdo o que fizeram com a nossa Capital. Primeiro, o dinheiro que jogaram fora com o VLT, um bilhão jogado fora. A obra do BRT não anda, não avança, é transtorno do trânsito que prejudica do maior ao menor, a todo mundo.

 

Acho absurdo o que fizeram com a nossa Capital. Primeiro, o dinheiro que jogaram fora com o VLT, um bilhão jogado fora. A obra do BRT não anda, não avança

 

Quem vai trabalhar e pega ônibus, tem que acordar mais cedo e vai chegar mais tarde em casa e quem tem um carro bom da mesma forma com o trânsito horrível. Acho que não se dá atenção que merecia dar a algo que corta a Capital.


A Assembleia Legislativa tem se posicionado, cobrado muito, tem feito audiências, reuniões, cobranças, mas, infelizmente, a gente não está feliz da forma que está sendo tocado. Acho que uma mudança novamente vai gerar mais transtorno mais demora e a população já está cansada dessa pauta, que não avança e não resolve o problema do trânsito em Cuiabá.

 

MidiaNews – Qual o balanço faz desse primeiro ano no comando da Mesa?

 

Max Russi - Foi um ano importante, o ano que gente avançou em todas as pautas que a Assembleia foi procurada. Conseguimos avançar e conseguir, pela primeira vez, um reajuste acima da inflação para os servidores. 

 

As pautas do agro, na questão da moratória da soja, com o trabalho da Assembleia em Brasília com audiência pública, reuniões. Conseguimos essa decisão importante para o agro que se efetivou nesse ano por causa de um trabalho nosso. E assim em todos os outros encaminhamentos que fomos procurados.

 

Eu procuro fazer uma presidência com muito do diálogo, conversando com todo mundo, atendendo todo mundo, dando vazão aos problemas do nosso Estado. O presidente da Assembleia tem uma responsabilidade muito maior, que é trabalhar junto com os Poderes, com as instituições.

Ganhamos pelo terceiro ano seguido o selo Diamante de Transparência e procurei fazer com que o nosso Estado continue crescendo, produzindo e gerando qualidade de vida para a população.

 

Peço a Deus que me dê sabedoria para poder conduzir bem o nosso trabalho. Não é uma missão fácil, é desgastante, porque você tem que estar à disposição o tempo todo para estar atendendo e para procurar solução. 

 

MidiaNews - Os planos do senhor para 2026 são disputar a reeleição para deputado estadual e depois se reeleger presidente da Mesa Diretora?

 

Max Russi - Para você buscar a direção na Mesa Diretora, tem que ser eleito deputado primeiro. Hoje é só Deus que sabe quem vai se eleger em 2026. Só vai ser eleito aquele que a população quiser.

 

Então, meu primeiro projeto nesse momento é ser um bom presidente da Assembleia, preciso fazer boas entregas, trabalhar para o Estado como tenho trabalhado, fazer entregas na ponta. Quem gosta da política como eu gosto, sem sombra de dúvida, está presente para qualquer missão que Deus preparar e o povo de Mato Grosso entender que é importante.

 

Então vou construir uma reeleição, lógico, conversando com meus companheiros, conversando com a população. Então, se Deus preparar, esse é o projeto.

 

Agora, a Mesa Diretora é muito cedo. Quem fala de Mesa Diretora agora não sabe nem se vai ser eleito em outubro. Eu não sei e tenho certeza que os demais também não sabem.

 

MidiaNews - Mas caso reeleito, é um desejo do senhor permanecer?

 

Max Russi - No caso de reeleito, tenho que conversar com meus pares, tenho que conversar com os deputados que forem eleitos, qual é o desejo deles, o que pretendem enquanto Mesa Diretora para os próximos dois anos.

 

Então, não faço essa análise nesse momento, porque é muito cedo falar de próxima Mesa. Nesse momento, tenho que falar em entregar um bom serviço como presidente da Assembleia, até porque estou na metade do meu mandato, tenho mais um ano ainda como presidente.

 

Assista a íntegra:

 

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