Cuiabá, Segunda-Feira, 2 de Fevereiro de 2026
AÇÃO CONTRA "GATO"
02.02.2026 | 16h00 Tamanho do texto A- A+

Operação flagrou 19 pessoas furtando energia em Cuiabá

O foco da ação é identificar, interromper e responsabilizar esquemas de ligações clandestinas

Reprodução

A iniciativa reuniu mais de 200 profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Politec e Energisa

A iniciativa reuniu mais de 200 profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Politec e Energisa

DA REDAÇÃO

Uma operação conjunta contra furto de energia em Cuiabá, entre os dias 28 a 30 de janeiro, resultou em 19 pessoas conduzidas à delegacia. 

 

A operação Energia Limpa teve como alvo 33 pontos, identificados pela concessionária responsável pela distribuição de energia e previamente mapeados na Capital. A iniciativa reuniu mais de 200 profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Politec e Energisa.

 

A operação já havia sido realizada na capital em 2025 e foi retomada neste ano como parte de uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime. Ao longo dos meses, a força-tarefa também realiza diversas ações em todo o estado.

 

O foco da operação é identificar, interromper e responsabilizar esquemas de ligações clandestinas, fraudes em medidores e outras práticas ilegais que caracterizam o furto de energia. Além de ser crime previsto em lei, esse tipo de irregularidade compromete a segurança da população, sobrecarrega a rede elétrica e provoca prejuízos que recaem sobre toda a sociedade.

 

Durante os três dias de atuação, equipes técnicas e policiais trabalharam de forma integrada, cruzando dados, realizando inspeções em imóveis e efetuando prisões em flagrante. As áreas escolhidas concentram histórico de irregularidades e foram definidas a partir de levantamentos prévios.

 

Somente no mês de janeiro de 2026, 27 pessoas foram conduzidas por suspeitas de envolvimento em furtos de energia. 

 

Segundo Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa, o furto de energia é um crime que coloca vidas em risco e prejudica toda a sociedade. “A operação mostra que o trabalho integrado está cada vez mais eficiente. Não se trata apenas de recuperar energia, mas de garantir segurança, qualidade no fornecimento e justiça para quem paga corretamente. E esse trabalho vai continuar ao longo de todo o ano”, afirmou.


Riscos

 

As ligações clandestinas aumentam o risco de incêndios, choques elétricos e interrupções no fornecimento, além de impactarem diretamente o custo da energia para os consumidores regulares.

 

Em janeiro, a Operação Energia Limpa prendeu 27 criminosos, e novas etapas já estão programadas para ocorrer ao longo do ano. A população pode denunciar irregularidades de forma anônima pelos canais oficiais das forças de segurança e da concessionária de energia.

 

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