Cuiabá, Segunda-Feira, 2 de Fevereiro de 2026
MORTE EM VG
02.02.2026 | 14h45 Tamanho do texto A- A+

Sexto suspeito de participar de assassinato de policial é preso

Welington Miguel Facco era um dos alvos da Operação Contragolpe e se entregou nesta segunda

Serginho Lapada/Montagem

Welington Miguel S. Facco se apresentou à sede da DHPP, acompanhado de seus advogados

Welington Miguel S. Facco se apresentou à sede da DHPP, acompanhado de seus advogados

LARISSA AZEVEDO
DA REDAÇÃO

Um homem identificado como Welington Miguel S. Facco, de 35 anos, foi preso em Cuiabá, na manhã desta segunda-feira (2), na segunda fase da Operação Contragolpe, que investiga a morte do policial penal José Arlindo da Cunha, de 55 anos, em novembro de 2025. 

 

Welington se apresentou, acompanhado de seus advogados, na sede da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelo caso. Lá, ele recebeu voz de prisão temporária, conforme mandado expedido pela 1ª Vara de Várzea Grande.

 

A operação teve início na última quinta-feira (29), quando outros dois suspeitos, de 28 e 30 anos, foram identificados e presos, nos bairros Jardim Costa Verde e Jardim Marajoara, ambos em Várzea Grande, respectivamente. 

 

Com a prisão de Welington, seis pessoas envolvidas no espancamento e morte do policial penal já foram presas. Os suspeitos Jefferson da Silva Campos, de 25 anos, Mikael Luan Rodrigues, de 29, e Valdeir Rodrigues Bandeira, de 35, já haviam sido presos em 17 de dezembro do último ano, durante a primeira fase da Operação. 

 

Assassinato em VG

 

O homicídio ocorreu em 22 de novembro, por volta das 22h30, na residência da vítima, localizada no bairro Marajoara.

 

Na ocasião, várias pessoas foram até o local, o chamaram no portão, atiraram contra ele e o espancaram violentamente. José Arlindo morreu ainda no local.   

 

O crime teria sido motivado por uma discussão anterior que a vítima teria se envolvido durante confraternização na residência de outra pessoa.

 

Outro suspeito, que participava das agressões, Rivaldo Caetano da Silva, foi atingido pela vítima em legítima defesa. Ele foi socorrido e levado ao Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, onde não resistiu e foi a óbito. 

 

Depois de matarem o policial penal, os executores subtraíram a sua arma e jogaram em uma região de mata, no bairro Santa Izabel em Várzea Grande, onde foi encontrada no dia seguinte ao crime.

 

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