O trabalhador maranhense Wermison dos Santos Silva, de 21 anos, que estava desaparecido desde janeiro do ano passado, foi identificado como uma das ossadas encontradas em três covas em um matagal de Várzea Grande, em 21 de outubro.
A informação foi repassada ao MidiaNews pela Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica). De acordo com o órgão, o laudo pericial concluiu a causa da morte como traumatismo crânio-cervical, provocado por instrumento cortante.
Wermison era um dos cinco maranhenses que tinham acabado de chegar ao Estado, recrutados por uma agência, para prestarem serviços em uma obra. No entanto, desapareceram no dia 9 de janeiro.
Os outros quatro são: Diego de Sales Santos, de 22 anos, Wallison da Silva Mendes, de 21, Mefibozete Pereira da Solidade, de 25, e Walyson da Silva Mendes, de 25.
A empresa foi ao alojamento em que deveriam estar, no bairro Jardim Primavera, na manhã do dia 10, a fim de buscá-los para a realização de exames admissionais, mas não encontrou nenhum deles.
A Polícia Civil foi acionada e elaborou os registros de desaparecimento. Conforme afirmou o delegado Roberto Amorim, titular do Núcleo de Desaparecidos, os jovens não possuíam antecedentes criminais.
A ossada de Wermison foi encontrada no dia 21 de outubro de 2025, em um matagal da região Colinas Verdejantes, em Várzea Grande. Ao lado de sua cova estavam outras duas, com mais ossos humanos.
A suspeita é de que eles pertençam a outros dois jovens maranhenses, mas a identificação ainda não foi revelada.
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