Cuiabá, Quarta-Feira, 21 de Janeiro de 2026
IMPASSE NO UNIÃO
21.01.2026 | 07h00 Tamanho do texto A- A+

Garcia: Vou trabalhar para que o grupo marche unido nesta eleição

Lideranças de partido estão divididos entre apoio a Jayme Campos e a Otaviano Pivetta para o Governo

Victor Ostetti/MidiaNews

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, pregou que haja entendimento entre as lideranças

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, pregou que haja entendimento entre as lideranças

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), afirmou que vai trabalhar para manter a unidade do grupo político na eleição deste ano, apesar do impasse interno sobre a definição do candidato ao Governo do Estado.

 

Eu vou trabalhar e torço para que haja um entendimento e para que o nosso grupo político possa permanecer unido

Segundo ele, o objetivo é fazer com que todos “marchem juntos” no processo eleitoral.

 

“Eu vou trabalhar e torço para que haja um entendimento e para que o nosso grupo político possa permanecer unido e para que a gente possa marchar para as eleições todo mundo junto”, afirmou em entrevista à CBN Cuiabá.

 

As lideranças do União Brasil tem divergido a respeito de qual nome o partido deve apoiar para a sucessão do Palácio Paiaguás. Enquanto alguns defendem uma candidatura própria com o senador Jayme Campos, outros querem que o grupo esteja ao lado do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

 

Ao comentar a disputa interna, Garcia ressaltou que é legítimo de Jayme colocar seu nome à disposição como pré-candidato a governador. Ele lembrou que qualquer filiado tem o direito de pleitear um mandato dentro da legenda, seja senador, deputado ou outro membro do partido.

 

Por outro lado, o chefe da Casa Civil destacou que o governador Mauro Mendes (União) já manifestou, em diversas oportunidades, o compromisso de apoiar o vice-governador como seu candidato ao Governo.

 

O secretário ainda chamou atenção para o fato de que o processo neste ano é mais complexo em razão da federação formada entre o União Brasil e o Progressistas (PP).

 

Nesse modelo, as convenções partidárias não têm decisão isolada, já que há um acordo maior em nível nacional que orienta a definição das candidaturas.

 

“Quando se tem uma federação, as convenções de cada partido, elas não são definitivas, porque tem um acordo maior a nível federal, que é a federação, de como as candidaturas serão definidas”, disse.

 

Apesar das pressões impostas pelos membros do partido, que cobram uma resolução o quanto antes do impasse, Garcia avaliou que ainda é cedo para bater o martelo.

 

“Tem ainda um caminho a ser tomado até o período das convenções, até a definição final de toda essa federação, se não tiver um entendimento aqui, como é que essa decisão será tomada. Mas eu acho que ainda tem muito tempo, tem muita água para passar debaixo da ponte”.

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