O governador Mauro Mendes (União) aumentou o tom de críticas a adversários e afirmou que o Estado ficou travado por quase nove anos antes antes da atual gestão.

A declaração ocorreu durante uma das viagens que ele fez na região do Araguaia ao longo desta semana, que fez para entregas, vistorias e assinatura de convênios para obras.
Ele citou apenas o ex-governador Silval Barbosa (MDB), mas não mencionou o nome do ex-governador Pedro Taques (PSB), que deve ser candidato ao Senado na eleição deste ano, mesmo cargo que Mendes deve disputar.
“Perdemos para o Silval Barbosa, que ganhou eleição em Mato Grosso. Todo mundo sabe o que aconteceu naquele ano e naqueles anos. Mato Grosso teve grandes problemas, escândalos, ele mesmo confessou isso”, relembrou sobre processo de delação premiada do ex-governador.
“Depois veio outra pessoa, que com muita inexperiência, sem conhecer o que é administrar, cuidar do dinheiro público, como se deve fazer. Nós tivemos aí praticamente nove anos que o Mato Grosso parou e travou”, acrescentou.
Diante de diversos prefeitos, vereadores, deputados e a população dos municípios, Mendes reforçou o discurso que tem feito de entregas e resultados na sua gestão e do vice, Otaviano Pivetta (Republicanos)..
“Em 2019, quando chegamos, Mato Grosso tinha asfaltado 6.400 km de rodovias. Nesses 7 ou 8 anos, até o final do ano, eu e Pivetta, vamos fazer mais de 7.000 km de rodovia asfaltada”, disse Mendes sobre quando assumiu o Governo.
O governador também fez outra comparação sobre as transformações na educação do Estado, dado que costuma falar em seus discursos.
“Éramos uma das piores educação do país. Pegamos esse desafio para mudar essa realidade. Em 2023, teve uma prova, Mato Grosso saiu do 22º lugar, e já somos a oitava melhor educação do Brasil”, afirmou.
Veja vídeo:
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