Pré-candidato ao Palácio Paiaguás, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), negou que os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi tenham firmado qualquer acordo para financiar parte de sua campanha ao Governo de Mato Grosso.

“Eu não estou em busca de apoio financeiro. Já falei que estou com a minha vida arrumada desde os 36 anos. E eu nunca me preocupei com finanças em campanha política. Todas as minhas campanhas, eu me resolvi", disse ao MidiaNews.
Desde 2025, os primos Maggi tem anunciado apoio a Pivetta, como sucessor do governador Mauro Mendes (União). "Precisamos eleger o homem para termos 12 anos de prosperidade neste Estado", disse Blairo, que já foi duas vezes governador do Estado após uma reunião do grupo no início do ano passado.
Segundo Pivetta, o apoio declarado pelos primos está restrito ao campo político e pessoal, sem envolvimento financeiro.
“Eles já declararam que me apoiam pela minha trajetória, por eu ter essa qualificação. Eles sabem que vou cuidar bem de Mato Grosso. Fora isso eu realmente não sei”, afirmou.
"Empreendimento cívico"
Pivetta afirmou que a disputa eleitoral será encarada por ele como “empreendimento cívico”. Ele reforçou que encara a candidatura como parte de sua responsabilidade pública.
“Tudo que eu empreender para conquistar um mandato é um empreendimento cívico que eu me sinto muito bem em fazer. Cumpro o meu dever de cidadão e meu dever cívico, em não ficar com peso na consciência e ir embora dessa para outra em paz”, disse.
“Eu poderia muito bem estar em qualquer lugar. [...] É que eu quero devolver para Mato Grosso o que Mato Grosso me deu. Mato Grosso me permitiu ser o Otaviano Pivetta que eu sou”, disse.
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