Cuiabá, Terça-Feira, 20 de Janeiro de 2026
IMPACTO DE R$ 1 BI
20.01.2026 | 15h40 Tamanho do texto A- A+

Mendes envia RGA de 4,26% e Assembleia define data de votação

Porcentagem gera impacto de R$ 1.04 bilhão aos cofres em 2026; impacto mensal estimado é de R$ 80 mi

Victor Ostetti/MidiaNews

O governador Mauro Mendes, que encaminhou projeto de 4,26% para reposição salarial dos servidores

O governador Mauro Mendes, que encaminhou projeto de 4,26% para reposição salarial dos servidores

JONAS DA SILVA
DA REDAÇÃO

O governador Mauro Mendes (União) enviou para a Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (20), a mensagem com a reposição de 4,26% da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos.

Vamos trabalhar para que a gente busque um diálogo para valorizar um pouco mais esse percentual 

 

A informação foi confirmada pelo líder do Governo, Dilmar Dal Bosco (União).

 

Segundo Dilmar, uma sessão extraordinária foi marcada para as 15 horas desta quarta-feira (21) para analisar a medida.

 

A porcentagem pode gerar impacto de R$ 1.04 bilhão aos cofres públicos em 2026. O impacto mensal estimado pelo Governo na folha de pagamento de todos os poderes é de R$ 80 milhões.

 

“O Governo do Estado já protocolou na Assembleia Legislativa, no dia de hoje, 20 de janeiro, o projeto de lei da RGA. O percentual é de 4,26%, de acordo com o IPCA, que é a base de correção para os servidores públicos”, disse.

 

Segundo o líder, negociações dos deputados com o Governo seguem de modo a analisar a possibilidade de eventuais novos reajustes.

  

“Os deputados que apoiam o Governo vão trabalhar junto com a Casa Civil, com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, com o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, o governador Mauro Mendes e o vice Otaviano Pivetta para que a gente busque um diálogo para valorizar um pouco mais esse percentual para atender aos servidores”, afirmou.

 

O líder do Governo e o presidente da Assembleia Legislativa deputado Max Russi (PSB) tiveram reunião nesta terça-feira com o governador Mauro Mendes e o secretário da Casa Civil.

 

Pagamento em janeiro

 

Dilmar afirmou ainda que há risco do percentual não ser incluído na folha de pagamento de janeiro, caso o trâmite no Legislativo demore, com eventuais pedidos de vista de deputados, por exemplo. O mecanismo é utilizado geralmente pela oposição para travar ou adiar votações do Governo.

 

“Nós temos que votar amanhã. Se algum colega deputado ainda achar que deve pedir vista, pode ter um prejuízo de não entrar na folha do mês de janeiro”, disse Dilmar.

 

“Se nós demorarmos para aprovar, vai entrar só na folha de pagamento de fevereiro. Ficará um mês sem o reajuste que está condicionado pelo projeto de lei do governo sobre a RGA”, explicou.

 

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